Caro editor da Folha, chamo-lhe a atenção para os seguintes fatos, caso não os tenha observado por si próprio.

Este artigo publicado na Folha de São Paulo, é um exemplo de artigo que abusa de técnicas jornalísticas para influenciar e desinformar os leitores.

Começando pelo título, “Palestinos são mortos pela polícia…,” quando que o correto seria, “Palestinos esfaqueiam Judeus em Jerusalém e só param depois de intervenção policial”. A mesma técnica observa-se no primeiro parágrafo onde uma matéria que deveria cobrir um atentado, de Palestinos contra Judeus em Jerusalém, vitimiza os realizadores destes atos sem explicar o contexto. Vergonha!

Não, a onda de violência não começou “motivada por temores, do lado dos palestinos, que Israel esteja aumentando sua presença em Jerusalém”. Começou quando a IDF apreendeu quilos de pedras, dentro da mesquita Al Aqsa, na qual Palestinos pretendiam jogar em Judeus durante o ano novo Judaico.

Piorou, depois do discurso de Mauhmoud Abbas na ONU na qual ele disse que a Autoridade Palestina não mais segueria o acordo de Oslo, anunciando, em alto e bom som, o final dos tratados de paz.

Abbas, ainda gravaria um vídeo, em Árabe, incentivando atentados e dizendo que “abençoado seja cada gota de sangue derramado – por mártires palestinos – em Jerusalém, em nome de Alá”, ou seja, o famoso discurso escutado tantas vezes durante as últimas duas intifadas.

Sim editor, o conflito intensificou-se depois que um casal foi assassinado à tiros, na frente de seus filhos pequenos, dentro de um carro, pelo simples motivo de serem Judeus. Dois dias após este atentado, mais vítimas foram mortas violentamente. Incluindo um pai morto a facadas enquanto carregava seu filho pequeno no colo a caminho da sinagoga.

Não editor, atacar homens, mulheres e crianças nas ruas com uma faca não é militância, é ATENTADO A VIDA!.

Por fim, a “matéria” diz que oficiais da saúde “disseram” que o exército matou duas crianças, hein? Que oficiais? Qual organização? Vocês realmente verificam suas fontes?

Estou cada vez mais convencido, editor, que quem escreve estes artigos na Folha, ou é extremamente despreparado, ou segue uma agenda anti-Israel.

Tenha certeza que das duas, uma: leitores informados desistirão da Folha.