Obsessão!

Seria esta a nossa sina? Quando não somos atacados por bombas, somos atacados por palavras, quando não por palavras, por ideias, das mais esdrúxulas, das mais bizarras, das mais desqualificadas. Até quando o povo de Israel terá que passar os dias em vigilância constante? Quando poderemos finalmente fechar os olhos e descansar sem medo de sermos eliminados?

É impressionante, mas o único país no mundo que é constantemente ameaçado de aniquilação é Israel, o mesmo que entrega diariamente inúmeras soluções para este mesmo mundo, sem distinção de nacionalidade, raça, cor ou religião, inclusive para aqueles que rotineiramente nos atacam, inclusive para inimigos declarados, como Sírios e Palestinos, que são tratados em hospitais israelenses de graça da mesma forma que qualquer cidadão israelense. São inúmeras tecnologias de ponta, soluções para irrigação, para água potável, seja por meio de dessalinização da água do mar ou pelo reuso da água sendo o país que mais reutiliza agua no mundo com 86% de reaproveitamento, o segundo lugar é Espanha com 17%!

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São remédios e tratamentos médicos, soluções ecológicas de energia, de construção, entre tantas benesses desenvolvidas na Terra Santa para todo o planeta Terra …. E para que tanto esforço se este mundo não nos quer bem?

Certa vez foi um partido no Brasil que costuma “pegar no pé”, normalmente apenas de Israel e fez acusações bizarras sem o menor fundamento àquele que foi homenageado por 80 lideres dos maiores e mais democráticos países do mundo por sua reconhecida luta pela paz. E vai entender como o tal partido, que tem muito apoio entre a moçada “idealistas”, munidos de seus iPhones nas belas praias da zona sul carioca, consegue vender sua imparcialidade para os incautos ao mesmo tempo que queima a bandeira de Israel em praça publica, porque seu repudio, dizem, é apenas contra as políticas do governo de Israel, nada contra judeus ou o povo israelense …. ahamm.

Em outro dia vem um “respeitado” órgão das Nações Unidas, a UNESCO, influenciado por uma penca de países de décima categoria que não são capazes de cuidar de sua própria educação (com o vergonhoso apoio do Brasil), ter a pretensão de mudar a historia mais que comprovada por documentos, testemunhos, achados arqueológicos aos montes, e dizer do alto de sua nanica estatura que Jerusalém e até o Muro das Lamentações (local mais sagrado do judaísmo) não tem relação com o povo de Israel e o povo Judeu, realmente não tem senso do ridículo!

Em seguida vem outro órgão da ONU, muy respeitado, o tal do Conselho de Direitos Humanos da ONU que é o órgão responsável por observar, apontar e no final do dia proteger os direitos humanos de populações ao redor do mundo. Há anos acompanhamos as sandices deste Conselho com um nome muito pomposo para um grupo de violadores sistemáticos dos direitos humanos pelo mundo com uma agenda em comum: Demonizar Israel, somente Israel. Tem/teve como membros, e até como presidente deste órgão ditaduras sanguinárias como Uganda, Líbia, Qatar e Arábia Saudita, ou “democracias exemplares” como Venezuela, Paquistão e Cuba que não perdem a oportunidade de atacar unicamente a real democracia do Oriente Médio, tanto que Israel acumula injustamente mais condenações que todos os outros países somados, vejam só: De 2006 a 2015 foram 62 condenações contra Israel vs. 55 de todo resto do mundo, COMBINADO!

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E olha que o que não falta para a maioria destes mesmos detratores de Israel é justamente o desrespeito aos direitos humanos em suas próprias fronteiras, além é claro de seus parceiros que muitas vezes passam incólumes, como por exemplo o Iêmen, Somália, China, Rússia, e Turquia entre tantos que diariamente “presenteiam” suas populações com falta de liberdade de expressão, religiosa, política, de gênero ….

A novidade é com a FIFA em uma campanha mundial para que Israel seja proibido de participar da Copa do Mundo, não que tenha muitas chances, mas a proibição de Israel, e apenas de Israel, é uma vergonha. O WJC (World Jewish Congress) lançou uma campanha para evitar este disparate com a hashtag #LetIsraelPlay

Algumas redes de noticias não ajudam muito para este cenário, ou melhor, ajudam bastante a piorar a já castigada imagem de Israel. São por vezes enviesadas e espalham na preguiçosa tarefa típica das atuais mídias copy/paste os maldizeres contra Israel as vezes sem se preocupar em sequer verificar a veracidade do que propagam, e quando percebem o erro (ou são obrigados a admitir) o mal já está feito.

E assim caminha a sina de Israel e do povo judeu, há séculos O bode expiatório em uma verdadeira obsessão deste mundo contra um povo e contra um minúsculo estado que teima em ajudar aqueles que os atacam diuturnamente, mas que mesmo assim, apesar dos ataques, das mazelas, das acusações e das ameaças, prospera e continua buscando o melhor para todo o mundo, indiscriminadamente, fiel à tradição de Tikun Olam, “reparar o mundo” buscando sempre a justiça social.

Por Ariel Krok

About the Author
Ariel é administrador de empresas formado em Comercio Exterior no Mackenzie, tem um MBA em Marketing na ESPM e Curso de Especialização em Liderança Empresarial e Comunitária na Instituição de ensino superior e pesquisa Insper e no Instituto Rutenbergem em Haifa - Israel. É palestrante ativo com apresentações em escolas, sinagogas, centros comunitários, igrejas, clubes, etc, com 25 anos de voluntariado comunitário como monitor, instrutor, dirigente e diretor de instituições. Há mais de 22 anos é um estudioso e entusiasta da historia, política, diplomacia e geografia no mundo mas principalmente do Oriente Médio. Morou em Israel e já retornou mais de uma dúzia de vezes para lá e para outros países da região (Egito, Territórios Palestinos ..). Em várias oportunidades teve contatos, encontros, discussões com diversas autoridades, formadores de opinião e jornalistas, em Israel, EUA e Brasil. Escreve artigos publicados em diversas mídias, como a Revista Shalom, Blog do Jornal Times of Israel, Tribuna Judaica e Portais como Pletz, WebJudaica, sites, etc ... Membro do JDC (Jewish Diplomatic Corps) do WJC (World Jewish Congress) ; Diretor na JJO (Juventude Judaica Organizada); Conselheiro no Fundo Comunitário Jovem;
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